FarandolaCast_025
A convite do nosso grande amigo Erico Borgo, essa semana o Farandola Crew visita a CCXP. Razuchi, Pablo Soares e Muscario Xavier veem, vivem, vencem e voltam para contar os altos e baixos desse orgasmo nerd proporcionado pela queridíssima empresa dos ovos fritos levemente mexidos. Então caso você tenha perdido essa festa duro dos personagens fictícios o chorro é livre apertando o play.

Mais sobre a CCXP:
This is the greatest and best Comic Con in the world… Experience

Não esquece de:

Seguir no Twitter:
@FarandolaCrew
@Muscarito
@RazuchiTV

Entrar no grupo:
www.facebook.com/groups/farandolacrew/

Assinar nosso feed:
http://feeds.feedburner.com/FarandolaCrew

Farandola Crew no iTunes:
https://itunes.apple.com/br/podcast/farandola-crew/id838690479

Jimmy Fallon

Jimmy Fallon Show com Erick Animation. Se você precisa de explicação, esse talk show é muito para sua cabeça.
Na platéia seleta Razuchi e Luiz Otávio .

Entrar no grupo:
www.facebook.com/groups/farandolacrew/

Assinar nosso feed:
http://feeds.feedburner.com/FarandolaCrew

Farandola Crew no iTunes:
https://itunes.apple.com/br/podcast/farandola-crew/id838690479

FarandolaCast _023

Essa semana começou um pouco mais triste ao sabermos da perda desse ícone do humor brasileiro.
Razuchi, Pablo Soares e Muscario relembram alguns dos melhores momentos e enfrentam o luto nessa homenagem a o grande Ronald Rios.

Vá em paz!

Entra no grupo:
www.facebook.com/groups/farandolacrew/

Assine nosso feed:
http://feeds.feedburner.com/FarandolaCrew

Farandola Crew no iTunes:
https://itunes.apple.com/br/podcast/farandola-crew/id838690479

Créditos de dublagem: Júlia Faria

The-Giver-Brenton-Thwaites-character-poster-691x1024Respire fundo. Esqueça tudo que sente. Se imagine em um mundo perfeito em que não existem diferenças, em que todos são iguais, em que sua família é escolhida para você, doenças foram dizimadas, assim como fome e desastres naturais. O mundo perfeito é onde encontramos Jonas, um jovem às vésperas de se encaixar em um setor profissional, baseado em suas aptidões físicas e mentais, assim como Tris, em Divergente. E, assim como Tris, Jonas não se encaixa em nenhuma profissão desta nova realidade pós-apocalíptica, ele na verdade transita entre todas as aptidões e, portanto, tem o perfil para receber o legado de lembranças da humanidade, que jazem dentro da mente do homônimo do título, o Doador de memórias (Jeff Bridges).

Já comentado aqui, os novos romances juvenis têm trazido consigo essa dimensão supostamente perfeita que deve ser quebrada – muito melhor do que a febre anterior de vampiros que brilham no escuro! Jonas, ao receber a autorização para mentir (até então algo proibido) e quando começa a ser concebido com as lembranças dadas pelo doador, começa a sentir. É interessante a interpretação do filme, de que um remédio dado em doses diárias nos tiraria também a possibilidade de sentir, de ver cor, de amar – faço um paralelo ao que acontece com nossas vidas em nosso cotidiano conturbado, em que nos deparamos com a conformidade da vida contemporânea de ir ao trabalho, voltar, comer, dormir, ver tv (sem perceber que estamos vivendo, e não sobrevivendo) – para se ter noção, 2013 foi o ano em que cerca de 42% da população não consumiu cultura fora de suas casas. Assim como Tris e Katniss, Jonas parte em sua jornada de rebeldia aos parâmetros da atual civilização (liderados pela sempre maravilhosa Meryl Streep). E assim como seu homônimo da Bíblia, parte em uma jornada (comissionada por seu mestre Doador – em um paralelo ao Deus bíblico) rumo a salvação de um povo que é violento, não em questões físicas, mas em limitar a liberdade de se viver sem emoção.

Um filme doce, que impõe sérias questões ao nosso sobreviver contemporâneo, esperando, assim como acontece depois de 15 minutos de película, dar mais cor ao nosso cotidiano. E quem não gostaria de ter Jeff Bridges como Deus, não é mesmo?

sq_million_dollar_armAviso aos amantes de ‘Jerry Maguire’, assistam a esse filme. Pode não ter a participação ácida e emocionante de Cuba Gooding Jr, nem os espasmos bizarros da cientologia ambulante que é Tom Cruise, mas tem muito do ambiente e do coração do filme que eternizou o amado ‘SHOW ME THE MONEY’. Embora não tenha astros jovens de peso, como Cruise ou Gooding Jr., ‘Million Dollar Arm’ trás consigo uma plotline meio parecida em seu começo: um agente que não está mais na empresa em que trabalhava, que é passado para trás por um atleta de contrato milionário, e que tem que se virar. Além disso, ambas personagens que fazem os agentes esportivos são esnobes e têm que passar por obstáculos para verdadeiramente perceberem o que o esporte trás embutido em si, valores mais importantes que dinheiro ou fama (embora eu e Razuchi discordemos desta parte – ‘dinheiro e gatinhas’ é nosso lema!).

Jon Hamm faz o papel do pedante JB, agente que um dia teve uma cartela enorme de clientes e que, há três anos, junto com seu grande amigo Aash, montou sua própria empresa. O encontramos tentando fechar negócio com um linebacker da NFL, mas o contrato não desenrola e eles se veem rumo a falência e vão tomar um porre pra esquecer. Como Aash é indiano, em meio a sua bebedeira, sintoniza a TV no jogo de críquete, que JB (como seria de praxe da personagem) já começa a implicar com. Aash vai embora rumo a esposa e filhos em um taxi, e JB fica a contar botões, até que Susan Boyle (SIM! SUSAN BOYLE!) aparece pela primeira vez no ‘Britain’s Got Talent’, estamos em 2008, por sinal.

Como acontece em muitos casos, o insight vem de coisas desconexas que, por alguma razão, começam a fazer parte da mesma simbiose, e JB tem uma ideia de gênio: desenvolve um concurso em que dois jovens indianos têm a chance de fazer um tryout (aqui é chamado de ‘peneirão’) para uma vaga na Major League Baseball e, se ganhar, ganham 1 milhão de dólares, daí o título não somente do filme, como também do concurso. Uma jogada de gênio, em que a MLB poderia entrar em um mercado de um bilhão de possíveis espectadores, e tiraria JB e Aash da falência.

Isto tudo parece mentira, coisa viajante de roteirista, mas devo dizer que o filme é baseado em fatos reais. Este concurso existiu de verdade e dois meninos indianos vieram para este lado do globo tentar a sorte como possíveis jogadores de baseball. Joguem ainda nessa tigela participações de Alan Arkin (sempre excelente) como o único e sempre dormindo olheiro disposto a ir a Índia, uma jornada por um país de extremos (uma hora está tudo cheirando maravilhosamente bem, outra hora está tudo fedendo) até bem parecido com o Brasil (vide a maneira de burlar o sistema…), e a, por falta de outra palavra, maravilhosa Lake Bell como a vizinha médica, além da trupe de indianos, em especial Amit, que sonha em ser técnico de baseball na Índia. Todos funcionam como agentes catalisadores das mudanças de JB para uma pessoa melhor, mesmo que esse melhor não seja com dinheiro e gatinhas…

Chef-PosterModéstia a parte, acredito que este texto tenha virado mais um clamor a paixão do que verdadeiramente apenas mais uma resenha em meu querido espaço neste tão amado site. Para os seis leitores meus que ainda não sabem, heis que este que vos escreve é formado em Gastronomia, antes mesmo de se enveredar para o Design ou a começar a se expressar através de palavras graças ao meu grande amigo Razuchi. Pois bem, escrevo que este será quase um manifesto para quem me lê, pois o filme da semana me fez refletir, e muito, em meu papel neste mundo e se o que estou buscando tem a mesma paixão dos tempos ingênuos de faculdade. Entrei para o curso de gastronomia aos 17 anos, assim como grande parte dos calouros de universidade, minhas responsabilidades eram mais focadas em fazer o copo chegar aos lábios que exatamente entender o que a lecitina faz para que tudo se junte na maionese (isso não aprendi na faculdade, por sinal!). Pode-se pensar que esses, que eram para ser dois, três anos da minha vida não valeram de grande coisa, mas estariam enganados. Assim como grande parte da minha turma do Senac (ambas, por sinal), me voltei para outro rumo, pois a minha paixão com a cozinha foi amor de verão, fugaz, intensa, maravilhosa, breve e tenebrosa!

Minha relação com a comida sempre foi de alento, conforto, aconchego. Era no bolo da minha avó que o machucado do tombo de bicicleta parava de doer; era no McDonald’s de domingo que a família se entendia; e é no carbonara com direito a ovo quebrado no final que afogo minhas mágoas hoje (sejam de amor ou da vida). Ao passo de que o desenho foi sempre meu companheiro, a comida era minha avó, e nada mais encantador do que sua avó, não importa você quem for… Digo isso porque gastronomia, aos 17 anos, me parecia a escolha mais emocional, até que se entra no mercado de trabalho e tudo que era emocionante se desaba: comandas chegando a cada segundo, dedos queimados e cortados, finais de semana mudam de significado, fazendo jornada dupla com um salário de merda (sem contar aquele cara gritando no seu cangote a todo instante querendo comer seu c.. porque os outros pratos da mesa já estão na boqueta e você está nadando fritando a porra da guarnição…). Cozinha não é para qualquer um! Nem um pouco! Porém, ela não deixa de ter todo o lado romântico intrínseco e inerte ao ser humano –  nós evoluímos graças a comida, e quem vive da cozinha e ama a cozinha, não a deixa jamais.

Por isso é tão fácil para mim, se identificar a Jov Favreau. Um ator medíocre, com um timing de comédia bom, tem seu talento, mas nunca deixou de ser, como já dito, medíocre (e para os que acham que medíocre é ser ruim, não é, é ser mediano, ok?). Foi então que, assim como Ben Affleck, descobriu que era muito melhor como diretor do que como ator. Fez filmes muito divertidos, ‘Crime Desorganizado’ e ‘Zathura – Uma Aventura Espacial’, além do excelente ‘Um Duende em Nova York’, mas foi em ‘Homem de Ferro’ que se destacou e trouxe a tona um Robert Downey Jr. impecável, além de unir o melhor de Terrence Howard e Gwyneth Paltrow. Só que veio o merdinha ‘Homem de Ferro 2′, depois ‘Cowboys & Aliens’ e o rendimento caiu…

Favreau passou dois anos em um recesso. Foi repensar tudo que havia feito e os caminhos que estava trilhando e foi buscar o que nós buscamos, paixão no que fazemos. ***(E nesse ponto faço um parêntesis para explicar todo o texto acima contando sobre mim, pois me identifico muito com Jon Favreau. Era um cozinheiro medíocre e não estava feliz, foi então que decidi fazer uma mudança drástica, ir atrás de algo que significasse mais pra mim, fui em busca do ‘grande talvez’ de Rabelais, e espero estar começando uma jornada de êxito)*** Jon pesquisou muito e se doou muito (a ver a habilidade adquirida com a faca). Se aliou a Roy Choi, formado pelo Culinary Institute of America e dono de uma rede gigantesca de trailers de taco com recheio de churrasco coreano, e fez um filme fantástico. Mas quero que fique claro que a comida e a cozinha são apenas pano de fundo para as relações emocionantes do Chef Carl Casper (Favreau) com seu filho, ex-mulher (Sofia Vergara), seu melhor amigo e cozinheiro (John Leguizamo) e com seu trabalho (atenção para a única cena entre Favreau e Downey Jr.!). Assim como Favreau, Carl Casper passa por uma reformulação na vida, a de buscar algo que realmente valha a pena, e acompanhar sua jornada é delicioso.

Um filme doce, engraçado, e que me fez não só lembrar de momentos de indecisão e opção por seguir um sonho, mas também de repensar se o caminho que penso em trilhar é mesmo o que me levará ao ‘grande talvez’. E que, mesmo sendo um ator medíocre e um diretor bom, é sempre melhor ter amigos como Downey Jr., Scarlett Johansson e Dustin Hoffman, ou mesmo, Rafael Zuchi…

Anjos-da-Lei-2-poster-29Jan2014Confesso que fui assistir ao primeiro ‘Anjos da Lei’ no cinema sem grandes pretensões. Já gostava de Channing Tatum por seus trabalhos em ‘Stop-Loss – A Lei da Guerra’ (pouco visto, mas um drama bem legal) e ‘Veia de Lutador’, além de ter um impressionante timing pra comédia, comprovado enquanto assistia sentado na sala escura do Cinemark contracenar com Jonah Hill. Jonah por sua vez nunca tinha me cativado – sempre achei o ‘Superbad: É Hoje’ muito superestimado. Até que vi ‘Moneyball – O Homem Que Mudou O Jogo’, e meus ‘preconceitos’ para com o Sr. Hill caíram por terra – ator excelente, a altura de Brad Pitt e impecável em seus momentos de silêncio. Hill ainda me surpreenderia com seu Donnie Azoff em ‘Lobo de Wall Street’, pelo qual acredito que merecia mais o Oscar que Jared Leto, mas tudo bem, não estou aqui para falar do melhor ator coadjuvante, mas sim para falar Sobre o ‘Anjos da Lei 2′.

Como disse, fui sem pretensão assistir ao primeiro ‘Anjos da Lei’. Acontece que Jonah é um grande fã da série de TV que deu origem ao filme (série que apresentou Johnny Depp ao mundo – ele até faz uma participação!), e, como todo fã, executou um trabalho primoroso (a exemplo de caras como Sam Raimi e ‘Homem-Aranha’ e Zack Snyder em ‘300’). O filme é mais que apenas uma comédia, apresenta um excelente exemplo de ‘bromance’ entre os agentes Jenko (Tatum) e Schimidt (Hill). Com uma química impressionante na tela, Hill e Tatum me fizeram chorar de rir (em especial nas cenas em que estão drogados!).

É de se esperar que após uma grandiosa apresentação como em ‘Anjos da Lei’ que os escritores e atores tentem se superar na sequência. Porém, de longe, fica a desejar. Com um roteiro mais manjado, sem grandes twists ou novidades, é mais uma apresentação da amizade dos dois, e quem sai perdendo somos nós. Não vou dizer que não tem momentos bons – tem momentos excelentes, como quando Schimidt fala que a sala do capitão parece um grande cubo de gelo (Ice Cube faz o capitão, se é que você me entende?!) ou quando o capitão descobre que a filha está saindo com a personagem de Jonah Hill.

No geral, é um filme leve, divertido e que me agradou, sim! Porém, se colocar na balança outros momentos dos atores (juntos ou separados), há um sentimento de desapontamento em ‘Anjos da Lei 2′. Aconselho assistir, sim, mas já vai avisado – não venham reclamar depois!

FarandolaCast _022

Queremos sua grana.

Já que somos todos vagabundos, e gostamos de roubar dinheiro do coitado proletário brasileiro, o cafetão de esposa Razuchi, o tocador de reggae Mobrosa e o fracassado Muscário Xavier se unem para a criar o mais absurdo crowdfunding já realizado. Seja um idiota e nos de seu suado dinheiro em troca de recompensas incríveis (mesmo!) . Conhece nossas metas épicas e recompensas indecentes em: Patreon.com/farandolacrew . Tira esse escorpião do bolso, seja patrão do Farandola Crew

Um salve pra o mano Pablo Soares que fez a pre edição do áudio. Obrigado enrustidão!

Assine nosso Feed :
 http://feeds.feedburner.com/FarandolaCrew

Farandola Crew no iTunes:
https://itunes.apple.com/br/podcast/farandola-crew/id838690479

Ouça no player abaixo ou faça o download do MP3 aqui
(clique com o botão direito do mouse e escolha a opção “salvar link como…”)

Rio Hunter COVARDE e MENTIROSO

Esse assunto é tão merda que não vale a pena escrever o post.
Ouça ai se quiser, e se tiver duvidas deixem nos comentários que eu vou respondendo.

Assine nosso Feed :
 http://feeds.feedburner.com/FarandolaCrew

Farandola Crew no iTunes:
https://itunes.apple.com/br/podcast/farandola-crew/id838690479

Ouça no player abaixo ou faça o download do MP3 aqui
(clique com o botão direito do mouse e escolha a opção “salvar link como…”)

FarandolaCast _020

Nesse episodio especial, comemoramos 20 episódios bebericando café com leite e ouvindo belas estorias do tio Rio Hunter . Com Razuchi e Muscário Xavier ( Fracassados Podcast ) .

Comentado durante o episodio :

Pegadinha do palhaço maldito

Baixe o beat do Farandola AudioMORE Musicas:

Farandola Crew – KML ft Will e Felipe Avelar

Assine nosso Feed :
 http://feeds.feedburner.com/FarandolaCrew

Farandola Crew no iTunes:
https://itunes.apple.com/br/podcast/farandola-crew/id838690479

Ouça no player abaixo ou faça o download do MP3 aqui
(clique com o botão direito do mouse e escolha a opção “salvar link como…”)