CAPA erick animation

Começando pela rede Farandola e pela CBN: Jimmy Fallon Show com Erick Animation.
Se você precisa de explicação, esse talk show é muito para sua cabeça.

Na platéia seleta Razuchi e Luiz Otávio .


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Erick Animation

 

Capa Fracassados #13
No episódio de hoje Filipe, Pancita, Pablo Soares e Muscario Xavier falam sobre suas manias e um pouco demais sobre órgãos genitais.

Então entre na nova mania da internet com a gente e.

Descubra: Quantas vezes você pode fazer algo sem que isso seja considerado uma mania.
Conheça: Uma bebida diferente para pra “arematá” a boia.
Ouça: O quão rápido uma conversa sobre manias degringola para pau e buceta.

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PAU NO GATO!

Capa fracassados #12

Feito gurizada!

Depois de um ano só torrando grana, voltamos ao trabalho mais famosos do que nunca.
Na embriaguez de sucesso de hoje: Visite o Anime Extreme com a gente, saiba como é ser famoso e descubra qual o melhor óculos de todos.

Isso e muito mais clicando no play ai em baixo.

PAU NO GATO!

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Sem Título-1

Saímos de casa atrasados, para variar, e corremos ao ponto de ônibus.

Pergunto à Glória:

– Que horas são?
– Quatro e vinte, pra quem tinha marcado as três estamos só uma hora e vinte atrasados.
– A gente sempre se atrasa.
– Acontece.
– É… Eu tava pronto na hora.
– Então com “a gente” tu quis dizer eu?!
– Cadê esse ônibus? A gente vai chegar lá só no final.
– Vamo pega um táxi então.
– Não, agora vamo espera! Não vamo joga dinheiro fora!
– Tá…
– COMO É QUE NÃO TEM ÔNIBUS DOMINGO NESSA MERDA!
– Vamo pega a porra do táxi – ela acena para o táxi.
– Não praqu…
– Agora eu já chamei.

O táxi pára, entramos. O taxista, que usava roupa social, pergunta:

– Para onde?
– Pro anfiteatro Pôr do Sol, por favor – diz ela

Silêncio mortal.

Olho para a Glória no banco de trás.

– Desculpa por ser tão reclamão.
– Tudo bem. Desculpa me atrasar.
– Sério, eu sempre me atraso também e fico reclamando.
– Tudo bem, sério, agora a gente já ta indo.
– Te amo.
– Te amo.

Silêncio mortal.

– Vocês preferem ir pela perimetral ou por dentro? – o taxista formalmente pergunta.
– Melhor ir por dentro, até porque a faixa vai ta engarrafada né – respondo-o.
– Acredito que sim.
– Até por que hoje teve protesto dos coxinhas.
– Sim. E teve o coxinhaço também na cidade baixa – acrescenta Glória.
– Coxinhaço?
– Sim eles assaram umas galinhas lá na CB pra protestar contra os coxinhas.
– SÉRIO ISSO?!
– Sim.
– CARALHO! Aí sim hein? Esse é um protesto que vale a pena, pensa bem, tu pode ou ficar andando de um lado pro outro com um monte de tonto ou comer um churrasco de graça, eu não ia querer outro protesto.
– É mas não é de graça, o pessoal se juntou e cada um levou uma coisa.
– Mesmo assim.

Silêncio mortal.

– Que horas são? – pergunto.
– Quatro horas e meia – prontamente responde o taxista andróide extremamente polido.
– Tamo atrasado pra Ivetinha da Alegria e o Criolo Doido aliás, tu já penso numa coisa?
– O que? – pergunta a Glória.
– Esse show vai ser a junção dos coxinhas e dos petralhas em uma grande festa de confraternização.
– É verdade vai ter a Ivete e o Criolo.
– SIM! Ivetinha da Alegria denominada de vulcão, a cantora preferida de nove entre dez coxinhas, junto com o Criolo Doido que é o maluco preferido de nove entre dez petralhas,
cantando Tim Maia juntos. TIM MAIA, O SÍNDICO DO NOSSO BRASILSÃO!
– Imagina os petralhas e os coxinhas cantando juntos lado a lado.
– CARALHO! ESSE SHOW PODE MUDAR TUDO!

Silêncio mortal.

Pegamos a sinaleira mais demorada de Porto Alegre, e quando estava prestes a morrer de tédio dentro daquele Celta vermelho, Nelson do Cavaquinho aparece para me salvar, começo a cantarolar:

– O Sol há de brilhar mais uma vez, a luz há de voltar aos corações…

Começo a ouvir algumas batidas estranhas, quando olho pro taxista mais inadequado para a profissão de todos os tempos, tentando batucar com os dedos no volante.
Fico estarrecido em saber que aquele robô que guiava o veículo conseguia ter algum tipo de sentimento, principalmente pelo samba, continuei a música, a sinaleira abriu.

Silêncio mortal.

O carro estaciona.

– São dezessete reais – fala o taxista andróide tocador de pandeiro.

Descemos do táxi, vejo a procissão que se encaminha em direção ao show, vejo um céu de fim de tarde com nuvens cor de chá, um presente pra quem achou que choveria o dia todo, ouço a música começando ao longe, respiro fundo e penso:

“Esse dia pode mudar tudo”

Não mudou nada.

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Nestas gravações vindas diretamente do futuro do pretérito, Google nós apresenta para uma nova geração que ainda esta descobrindo a nossa existencia.

Nesta gravação: Razuchi, Pablo Soares, e Muscario falam um pouco sobre. Netflix, roubo de propriedade intelectual e Criolo.
Então não faça a arqueologia futurista não ter servido para nada e de o play ai em baixo.

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São Paulo, 03 de Dezembro de 2014:

Desço do metrô Jabaquara com uma empolgação monstra que se esvairia em cinzas nos dias que se sucederiam, comigo Razuchi e Pablo Soares, rumávamos em direção á Imigrantes Exhibition & Convention Center. Razuchi, visivelmente transtornado, corria na frente para não perder a famigerada palestra que ditaria seu futuro como trabalhador voluntário do ano, e assim começava a Comic Con Experience para nós.

Ao chegar no local era impossível não notar os balões gigantescos dos personagens da Hora da Aventura na beira da Rodovia dos Imigrantes, aliás gigantesco é uma palavra que resume bem o evento, tudo foi assim, painéis, estandes, expectativas, enfim.

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Complexo do Adventure Time.

Demos a volta correndo no complexo para chegarmos a tempo, e quando chegamos demos de cara com uma fila e com a decepção de ter corrido tanto para nada.

Ao entrar no recinto cheio de cadeiras ocupadas pelos mais variados tipos de pessoas, mal conseguia se ver a palestrante Rachid, uma moça pequena de cabelos castanhos que tentava se fazer ouvida, competindo arduamente com a horda de nerdões exaltados que berravam a plenos pulmões a cada vez que uma referência nerd era citada e com o barulho das máquinas construindo o evento do próximo dia, barulho que só não era mais alto que os graus centígrados dentro do lugar. A palestra deu-se aos trancos e barrancos com uma mensagem final surpreendente: “estudem o site e as informações em casa”. Ordem obviamente ignorada pela maioria dos voluntários, eu incluso.

Fomos todos divididos em equipes que trabalhariam em áreas especificas do evento. Nós três ficamos na “xepa”, a equipe sem um trabalho específico que acabou trabalhando mais que os outros. Parabéns à xepa.

São Paulo, 04 de Dezembro de 2014. Primeiro dia do evento:

Pablo e eu chegamos cedo ao local do evento, fomos recebidos por mais um balão gigante, desta vez o robô de Big Hero 6, uma grata surpresa que me faz sentir mais no clima de uma Comic Con. Mesmo chegando cedo já havia um casal lá esperando a abertura das festividades,
fomos direto aos fundos por onde entravam os voluntários e não havia ninguém, as horas se passaram, mais voluntários iam chegando e nada de informações, conseguimos fazer amizade com um gurdurê especialista em casamentos que trabalhava como staff no lugar e nem ele sabia nos informar nada, nem sobre os voluntários e nem sobre o credenciamento de imprensa. A organização do primeiro dia estava realmente desorganizada, coisa que mudou nos outros dias, mais por vontade dos voluntários do que da própria staff

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Life is easy when you’re big in Japan.

Depois de muito tempo esperando e muitas carteiras de cigarro inteiras fumadas resolvemos ir para a frente do evento tentar pegar nossas credenciais. Lá encontramos Razuchi, que mesmo chegando tarde chegou cedo para fazer qualquer coisa.

Horas depois conseguimos pegar nossas camisas coladinhas de voluntários e as credenciais, então fomos para o evento em si. O lugar era enorme com estandes de grandes empresas até onde os olhos podiam ver, tudo realmente muito bonito, mas com pouca interatividade. Fora ver e tirar fotos a melhor parte estava nos auditórios que não conseguimos ver muito pois estávamos trabalhando.

Depois de ter me incomodado com staffs grosseiros e burros e voluntários preguiçosos, já havia visto tudo que tinha que ver quanto ao trabalho interno, resolvi procurar o Pablo que mofava na porta dos fundos onde celebridades maiores entravam direto e quadrinistas e expositores esperavam em filas enquanto seus produtos eram encharcados pela chuva que lavava São Paulo. Resolvemos desistir.

Falamos com Razuchi que seguia firme e forte no seu objetivo de ser o melhor voluntário de todos todos todos!

Já não tinha mais muita coisa para ver á essa hora. Tentamos entrar na sala de imprensa sem sucesso, afinal já haviam muitas web celebrites lá dentro e não teria espaço para nós e os seus egos. Perdemos boa parte das coletivas, mas ainda conseguimos ver o Sean Astin que estava em uma má vontade tremenda e mesmo assim conseguiu levantar o publico de duas mil pessoas que lotavam o Auditório Thunder.

Assim que o Razuchi saiu do trabalho demos mais uma volta pelo lugar e tentamos ver uma mesa sobre quadrinhos no Brasil, eu já velho e cansado acabei dormindo na primeira fila.

Peço desculpas a todos.

São Paulo, 05 de Dezembro de 2014. Segundo dia do evento:

Acordamos mais tarde e com mais ânimo. Descendo do metrô já se via uma fila imensa para pegar as vãs que levavam para o evento, tudo muito mais organizado que o primeiro dia, as vãs chegavam rápido fazendo com que mesmo com uma fila que dobrava a esquina a espera não fosse maior que 15 minutos. Com os crachás de imprensa passamos direto na fila e entramos no evento muito rápido.

Aliás, no segundo dia os crachás realmente fizeram diferença para quem queria cobrir o evento, entrávamos direto nos auditórios e mesmo tentando não nos barraram na sala de imprensa.

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O Joker, o palhaço, o bobo…

Pudemos desta vez ver a Comic Con com olhos de público, e sem saber dos problemas por trás a sensação foi realmente melhor, o que me faz entender a #foiépico tão postada nas redes sociais.
Conseguimos ir em muitas palestras e até cobrir algumas coletivas de imprensa, apesar de não conseguirmos ver o Seu Barriga que estava cansado e desistiu da coletiva. Foi mesmo assim muito bom!

A segurança do local, mesmo não tendo muitos seguranças, foi boa, sem nenhum problema com furtos nem arruaças, testamos deixando um telefone carregando em um dos totens e ao voltar uma hora depois ele ainda estava lá, coisa rara de se ver hoje em dia.

Mesmo com muitos problemas a CCXP foi um grande evento e espero que fique maior e melhor com o tempo, erros vão ser corrigidos, processos vão ser abertos, ingressos vão ser super faturados, mas mesmo assim arrisco dizer que dentro de 5 anos teremos a Comic Con que nós queremos. Enquanto isso não acontece é bom saber que temos a Comic Con que nós merecemos.

Enfim, depois de três dias de viagens, brigas, risadas, aventuras e desventuras, posso dizer que a nossa Comic Con foi realmente uma experiência.

Segue lá
@Muscarito

Mais sobre a CCXP:
Farandola Cast 025 Foi Épico?

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A convite do nosso grande amigo Erico Borgo, essa semana o Farandola Crew visita a CCXP. Razuchi, Pablo Soares e Muscario Xavier veem, vivem, vencem e voltam para contar os altos e baixos desse orgasmo nerd proporcionado pela queridíssima empresa dos ovos fritos levemente mexidos. Então caso você tenha perdido essa festa duro dos personagens fictícios o chorro é livre apertando o play.

Mais sobre a CCXP:
This is the greatest and best Comic Con in the world… Experience

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