CAPA erick animation

Começando pela rede Farandola e pela CBN: Jimmy Fallon Show com Erick Animation.
Se você precisa de explicação, esse talk show é muito para sua cabeça.

Na platéia seleta Razuchi e Luiz Otávio .


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Jimmy Fallon Show com Erick Animation. Se você precisa de explicação, esse talk show é muito para sua cabeça.
Na platéia seleta Razuchi e Luiz Otávio .

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Chef-PosterModéstia a parte, acredito que este texto tenha virado mais um clamor a paixão do que verdadeiramente apenas mais uma resenha em meu querido espaço neste tão amado site. Para os seis leitores meus que ainda não sabem, heis que este que vos escreve é formado em Gastronomia, antes mesmo de se enveredar para o Design ou a começar a se expressar através de palavras graças ao meu grande amigo Razuchi. Pois bem, escrevo que este será quase um manifesto para quem me lê, pois o filme da semana me fez refletir, e muito, em meu papel neste mundo e se o que estou buscando tem a mesma paixão dos tempos ingênuos de faculdade. Entrei para o curso de gastronomia aos 17 anos, assim como grande parte dos calouros de universidade, minhas responsabilidades eram mais focadas em fazer o copo chegar aos lábios que exatamente entender o que a lecitina faz para que tudo se junte na maionese (isso não aprendi na faculdade, por sinal!). Pode-se pensar que esses, que eram para ser dois, três anos da minha vida não valeram de grande coisa, mas estariam enganados. Assim como grande parte da minha turma do Senac (ambas, por sinal), me voltei para outro rumo, pois a minha paixão com a cozinha foi amor de verão, fugaz, intensa, maravilhosa, breve e tenebrosa!

Minha relação com a comida sempre foi de alento, conforto, aconchego. Era no bolo da minha avó que o machucado do tombo de bicicleta parava de doer; era no McDonald’s de domingo que a família se entendia; e é no carbonara com direito a ovo quebrado no final que afogo minhas mágoas hoje (sejam de amor ou da vida). Ao passo de que o desenho foi sempre meu companheiro, a comida era minha avó, e nada mais encantador do que sua avó, não importa você quem for… Digo isso porque gastronomia, aos 17 anos, me parecia a escolha mais emocional, até que se entra no mercado de trabalho e tudo que era emocionante se desaba: comandas chegando a cada segundo, dedos queimados e cortados, finais de semana mudam de significado, fazendo jornada dupla com um salário de merda (sem contar aquele cara gritando no seu cangote a todo instante querendo comer seu c.. porque os outros pratos da mesa já estão na boqueta e você está nadando fritando a porra da guarnição…). Cozinha não é para qualquer um! Nem um pouco! Porém, ela não deixa de ter todo o lado romântico intrínseco e inerte ao ser humano –  nós evoluímos graças a comida, e quem vive da cozinha e ama a cozinha, não a deixa jamais.

Por isso é tão fácil para mim, se identificar a Jov Favreau. Um ator medíocre, com um timing de comédia bom, tem seu talento, mas nunca deixou de ser, como já dito, medíocre (e para os que acham que medíocre é ser ruim, não é, é ser mediano, ok?). Foi então que, assim como Ben Affleck, descobriu que era muito melhor como diretor do que como ator. Fez filmes muito divertidos, ‘Crime Desorganizado’ e ‘Zathura – Uma Aventura Espacial’, além do excelente ‘Um Duende em Nova York’, mas foi em ‘Homem de Ferro’ que se destacou e trouxe a tona um Robert Downey Jr. impecável, além de unir o melhor de Terrence Howard e Gwyneth Paltrow. Só que veio o merdinha ‘Homem de Ferro 2′, depois ‘Cowboys & Aliens’ e o rendimento caiu…

Favreau passou dois anos em um recesso. Foi repensar tudo que havia feito e os caminhos que estava trilhando e foi buscar o que nós buscamos, paixão no que fazemos. ***(E nesse ponto faço um parêntesis para explicar todo o texto acima contando sobre mim, pois me identifico muito com Jon Favreau. Era um cozinheiro medíocre e não estava feliz, foi então que decidi fazer uma mudança drástica, ir atrás de algo que significasse mais pra mim, fui em busca do ‘grande talvez’ de Rabelais, e espero estar começando uma jornada de êxito)*** Jon pesquisou muito e se doou muito (a ver a habilidade adquirida com a faca). Se aliou a Roy Choi, formado pelo Culinary Institute of America e dono de uma rede gigantesca de trailers de taco com recheio de churrasco coreano, e fez um filme fantástico. Mas quero que fique claro que a comida e a cozinha são apenas pano de fundo para as relações emocionantes do Chef Carl Casper (Favreau) com seu filho, ex-mulher (Sofia Vergara), seu melhor amigo e cozinheiro (John Leguizamo) e com seu trabalho (atenção para a única cena entre Favreau e Downey Jr.!). Assim como Favreau, Carl Casper passa por uma reformulação na vida, a de buscar algo que realmente valha a pena, e acompanhar sua jornada é delicioso.

Um filme doce, engraçado, e que me fez não só lembrar de momentos de indecisão e opção por seguir um sonho, mas também de repensar se o caminho que penso em trilhar é mesmo o que me levará ao ‘grande talvez’. E que, mesmo sendo um ator medíocre e um diretor bom, é sempre melhor ter amigos como Downey Jr., Scarlett Johansson e Dustin Hoffman, ou mesmo, Rafael Zuchi…

Anjos-da-Lei-2-poster-29Jan2014Confesso que fui assistir ao primeiro ‘Anjos da Lei’ no cinema sem grandes pretensões. Já gostava de Channing Tatum por seus trabalhos em ‘Stop-Loss – A Lei da Guerra’ (pouco visto, mas um drama bem legal) e ‘Veia de Lutador’, além de ter um impressionante timing pra comédia, comprovado enquanto assistia sentado na sala escura do Cinemark contracenar com Jonah Hill. Jonah por sua vez nunca tinha me cativado – sempre achei o ‘Superbad: É Hoje’ muito superestimado. Até que vi ‘Moneyball – O Homem Que Mudou O Jogo’, e meus ‘preconceitos’ para com o Sr. Hill caíram por terra – ator excelente, a altura de Brad Pitt e impecável em seus momentos de silêncio. Hill ainda me surpreenderia com seu Donnie Azoff em ‘Lobo de Wall Street’, pelo qual acredito que merecia mais o Oscar que Jared Leto, mas tudo bem, não estou aqui para falar do melhor ator coadjuvante, mas sim para falar Sobre o ‘Anjos da Lei 2′.

Como disse, fui sem pretensão assistir ao primeiro ‘Anjos da Lei’. Acontece que Jonah é um grande fã da série de TV que deu origem ao filme (série que apresentou Johnny Depp ao mundo – ele até faz uma participação!), e, como todo fã, executou um trabalho primoroso (a exemplo de caras como Sam Raimi e ‘Homem-Aranha’ e Zack Snyder em ‘300’). O filme é mais que apenas uma comédia, apresenta um excelente exemplo de ‘bromance’ entre os agentes Jenko (Tatum) e Schimidt (Hill). Com uma química impressionante na tela, Hill e Tatum me fizeram chorar de rir (em especial nas cenas em que estão drogados!).

É de se esperar que após uma grandiosa apresentação como em ‘Anjos da Lei’ que os escritores e atores tentem se superar na sequência. Porém, de longe, fica a desejar. Com um roteiro mais manjado, sem grandes twists ou novidades, é mais uma apresentação da amizade dos dois, e quem sai perdendo somos nós. Não vou dizer que não tem momentos bons – tem momentos excelentes, como quando Schimidt fala que a sala do capitão parece um grande cubo de gelo (Ice Cube faz o capitão, se é que você me entende?!) ou quando o capitão descobre que a filha está saindo com a personagem de Jonah Hill.

No geral, é um filme leve, divertido e que me agradou, sim! Porém, se colocar na balança outros momentos dos atores (juntos ou separados), há um sentimento de desapontamento em ‘Anjos da Lei 2′. Aconselho assistir, sim, mas já vai avisado – não venham reclamar depois!

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Queremos sua grana.

Já que somos todos vagabundos, e gostamos de roubar dinheiro do coitado proletário brasileiro, o cafetão de esposa Razuchi, o tocador de reggae Mobrosa e o fracassado Muscário Xavier se unem para a criar o mais absurdo crowdfunding já realizado. Seja um idiota e nos de seu suado dinheiro em troca de recompensas incríveis (mesmo!) . Conhece nossas metas épicas e recompensas indecentes em: Patreon.com/farandolacrew . Tira esse escorpião do bolso, seja patrão do Farandola Crew

Um salve pra o mano Pablo Soares que fez a pre edição do áudio. Obrigado enrustidão!

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Rio Hunter COVARDE e MENTIROSO

Esse assunto é tão merda que não vale a pena escrever o post.
Ouça ai se quiser, e se tiver duvidas deixem nos comentários que eu vou respondendo.

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Ai pensamos, “e se a gente fizéssemos musica para comer garotas?” .

Bem, como nosso ritmo não é o pagode, como falar de amor com outro macho é coisa de bicha; resolvemos cada um lançar uma faixa com a graça de Wanderley Alves dos Reis. 3 musicas. 3 formas de dizer “se você der pra mim, talvez a gente se ame sem limites” . Uma mixtape para falar de amor, por mais brega que isso seja. E o Mobrosa ainda apresenta uma parceria com Luana Bonfim, da banda Eu, Tu, Elis, que faz as mina se roçar com o pedreiro mais próximo. 

FAÇA DOWNLOAD DO CD :
Farandola Crew – Like a Wando Mixtape.rar

Algum material excelente ficou de fora do álbum “A vergonha do rap”  , por isso resolvemos oferecer aos nossos fãs uma pouco mais de Merda extra de grátis :

Destaque para a participação do Pastelzinho de Belém dos Vocais, Erick Animation, no cover de Mania de Você.

FAÇA DOWNLOAD DO CD :
Farandola Crew – Merda extra grátis.rar

 

O CD Farandola Crew- A vergonha do Rap é uma compilação das nossas musicas de 2011 ate 2013. Um marco na estoria de merda do hip hop universitário como o primeiro álbum do gênero.

A vergonha do Rap, com faixas compostas pela formação original do Farandola Crew – Razuchi, Rafael Piracaia e Mobrosa – conta com com a participação dos parceiros Dedé Zorana, Vitinho Johnveejones, Frank Bacana (Projeto Colírio) e algumas com produção de Dj Bandeira e Varô Batista .

FAÇA DOWNLOAD DO CD :
Farandola Crew – A vergonha do rap.rar
(Com a faixa bônus Só puta feia aqui no Brás.)

CapaEra finalzinho de 2011. O Mobrosa atendeu o Skype e foi falando “bah, escrevi uma letrinha aqui” – e cantarolou – “ela fica ouvindo, curte a minha levada/ sonha de olho aberto com a calcinha melada…” . Eu tinha acabado de baixar um instrumental da Diana Ross e acelerado um pouco, estava tocando para rapaziada da conferência do Skype , falando que os sons dos anos 70 dão as melhores bases pra rimar em cima. Nessa, o Piracaia mandou o link do seu Rap do Rafael Piracaia e combinamos de tentar gravar um som junto no dia seguinte. Gravamos mais de 20 musicas até hoje. Essa é a história do primeiro grupo de hiphop universitário do mundo, o Farandola Crew.

Nossa primeira brincadeira foi ao ar no começo de janeiro de 2012, um bando de rimas toscas sobre Let’s Get It On do Marvin Gaye. Ficou tosco, feito nas coxas e isso deixou tudo mais engraçado. Perfeito!
Nessa época, o Felipe Avelar era um ouvinte adolescente que não sabia fazer nada e quando a gente deixava o moleque entrar, nos antigos programas ao vivo da Radio Vlogs e depois na Radio Farfonha, ele ficava lá, quieto – raramente tinha o que dizer – mas, mesmo assim, o garoto insistia e todo dia as 22hrs ele queria participar de alguma forma. Em pouco tempo ele aprendeu os paranauês e ninguém mais torcia o nariz pro Felipe.

Ficamos um tempo fora do ar e voltamos com a mesma tosquice de sempre. Já o Felipe Avelar, outro dia veio me mostrar um base estilo Miami Beat, inspirado pelo Stevie B. Falei “quem fez essa base ai?” e ele “eu mesmo fiz aqui, no meu pc, ficou maneiro?” , fiquei buscando na memória, tentando lembrar do Felipe beat maker, e a conclusão que cheguei foi que o garoto aprendeu enquanto eu estava aqui parado, esperando sei lá o quê para reativar o Farandola Crew.
Hoje à tarde ela deixou uma mensagem para mim “É meio tarde pra ter feito isso, mas deu vontade, aí fiz hehehe” e anexo estava um MP3 com um remix da primeira brincadeira que fizemos como Farandola Crew, mais de 2 anos depois. Ficou bem feito, pique profissional e ainda mais engraçado. Perfeito!

Muita coisa passou em 2 anos, muito se evoluiu entre a galera da crew – como o talento do Avelar – e isso não vai parar, a evolução é constante e essa música marca muito bem esse recomeço do Farandola Crew. Tudo vai ser como antes, só que uma versão remix para lembrar de que nada é tão bom que não possa melhorar.